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Feedback pode ajudar no desenvolvimento de profissionais

Segundo diretor da Ekoá Jogos Empresariais, ferramenta ajuda no entendimento das metas que empresa e funcionário esperam um do outro



Para Monclair Cammarota, o feedback contribui para crescimento de colaboradores e empresas

Para Monclair Cammarota, o feedback contribui para crescimento de colaboradores e empresas

Brasília, 24 de setembro de 2013 – O feedback é uma ferramenta que pode ser utilizada como forma de desenvolver gestores e colaboradores. Este instrumento pode ser aplicado desde o chefe até o estagiário, como forma de retorno em relação a um ou mais acontecimentos. Mas, como qualquer ferramenta, deve ser empregada com responsabilidade.

O primeiro ponto a ser observado é a intenção de quem o faz. “Se o motivo real é construir a própria imagem e depreciar a outra pessoa ou, de alguma forma se vingar por um por ter sido prejudicado pela falha de outra pessoa, esse feedback trará, certamente, problemas de relacionamento entre as partes“, explica Monclair Cammarota, coach credenciado pela Federação Internacional de Coaching e diretor executivo da Ekoá Jogos Empresariais.

O segundo ponto é a forma de fazer: por mais que a outra pessoa tenha errado, sempre vale a pena o uso da gentileza. “Vale lembrar a regra da rapadura: doce com a pessoa, duro com os problemas. Quando a conversa começa de forma amena há mais chance que o outro reconheça o erro, trabalhe para consertar seu erro e se esforce para não repeti-lo”, acrescenta o coach. Em terceiro, mas não menos importante, é que este retorno profissional seja focado nas ações e não na pessoa, com o objetivo de preservar a relação sem perder a assertividade, deve se conversar sobre ações e não sobre a pessoa. Falar o que foi, ou não, feito.

O uso desta ferramenta deve ser uma constante em qualquer equipe. Da empresa para os colaboradores e, também, no caminho inverso. Do chefe para a equipe e vice e versa. “Jovens tem a necessidade de receber avaliações de performance e tendem a devolver ao seu interlocutor sua percepção. Chefes acostumados com a cultura do ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’, tem muita dificuldade em lidar com esses profissionais da chamada gerações Y”, atenta Cammarota. Este retorno é um recurso que permite a melhoria contínua das pessoas e por consequência da empresa.

Algumas empresas possuem métodos de avaliação de desempenho semestrais, ou anuais. E muitos gestores esperam chegar esse dia para tratar o que ele espera que sua equipe melhore. Certamente, o dia do feedback será de grande ansiedade. “Quando a frequência do retorno é baixa, chefe e equipe sofrem com a proximidade do momento de avaliação. Não dar uma avaliação é um cenário onde o gestor perde por não ter um profissional trabalhando no ritmo desejado, o funcionário perde a chance de se desenvolver e a empresa perde produtividade”, esclarece.

Cada vez mais os gestores precisam ser hábeis com as pessoas e bons comunicadores. Um chefe com boa capacidade de observação e foco em sua equipe tem chance de influenciar positivamente seus funcionários a ponto de impactar suas decisões profissionais e até pessoais. “Quando o chefe é percebido pelo funcionário como alguém que se interessa pelo aspecto humano, que vai além dos resultados imediatos da função, ele ganha um status de mentor, assim, esse gestor terá grande influência na vida de seus funcionários”, finaliza o diretor executivo.

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